A incontinência urinária (IU) pode ter uma taxa de cura de 90%, assim a procura de ajuda médica quando se sente os primeiros sintomas é essencial, defende a Associação Portuguesa de Urologia (APU) e a Associação Portuguesa de Neuro-Urologia e Uroginecologia (APNUG).
“Hoje em dia não faz sentido as pessoas esconderem esta patologia e isolarem-se, com vergonha e medo que os outros percebam. Graças aos avanços médicos dos últimos anos, temos agora ao nosso alcance terapêuticas capazes de controlar a maior parte das situações. Algumas formas de IU são, inclusivamente, tratadas com medicamentos ou técnicas de reabilitação, e a maioria das cirurgias quase não implica internamento, revelou o urologista do Hospital Santo António e também membro da APU e da APNUG, Miguel Ramos.


